Juíza dá pito e nega pedido de advogado que queria ser o “Superman brasileiro”

O advogado Aldebaran Luiz Von Holleben, morador de Ponta Grossa no Paraná, teve um pedido singular negado pela juíza Erika Watanabe, do Tribunal de Justiça do Paraná. Ele havia entrado na Justiça para obter reconhecimento nacional como “Superman brasileiro” e, além disso, propôs processar a Warner Bros e o Clube de Regatas Flamengo.

A juíza da 7ª Seção Judiciária de Ponta Grossa (PR), indeferiu petição e julgou extinto o feito, sem resolução do mérito, de uma notificação proposta por um advogado para a Warner Bros do Brasil e para o Clube de Regatas Flamengo.

O advogado queria indagar a empresa e a agremiação do Rio de Janeiro sobre um possível interesse em adquirir fotos de sua propriedade.

O autor da notificação sustenta que se tornou fã do Superman ao assistir a um filme de 1978 e que, vendo os jogos, se tornou flamenguista. Diz que comprou um uniforme do Flamengo e um tênis do Superman e tirou fotos na praça Barão de Rio Branco, em Ponta Grossa (PR).

Veja a notificação

Ao analisar a matéria, a magistrada criticou a iniciativa. “Não existe nos autos qualquer elemento capaz de demonstrar a necessidade e utilidade do provimento jurisdicional ambicionado, que tão somente tumultua a atividade jurisdicional”, escreveu.

Por fim, a julgadora concedeu o benefício da assistência judiciária gratuita, sob as penalidades do parágrafo único do artigo 100 do CPC.

Acompanhe abaixo a decisão

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